Confraria Poética Marginal
Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até…
Beiramarávamos em auto pelo espelho de aluguel arborizado das avenidas marinhas sem sol. Losangos tênues de ouro bandeiranacionalizavam o verde…
Ventos de maio que dançam no mar, Dançando como um anel, De cume para cume, enquanto a espuma se faz…
Que se vai entre a verde madeira Como uma maré de água-viva que a tudo adorna? Que se vai entre…
Torcida indígena a favor de um imperialismo “civilizador”. Leitor pequeno-burguês, não será você? No Brasil há duas correntes de opinião:…
Meu amor está em um traje claro entre as árvoresmaças, onde alegria ganha ao fazer-se de grande desejo para passar…
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