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Os convites dão direito a 1 copo de vinho e podem ser adquiridos antecipadamente com os integrantes do Teatro Girandolá ou na hora
O Teatro Girandolá, realizou nos dias 05/12 (Fco Morato) 06/12 (Mairiporã) as últimas apresentações do Espetáculo Conto de todas as cores, na região da grande São Paulo, pelo Projeto Conto de todas as cores – De Quintal em Quintal. Cajamar e Franco da Rocha também receberam o projeto, que além do espetáculo, conta com uma oficina ministrada pelos integrantes do grupo. Em fevereiro o grupo segue para o interior paulista, onde cumprirá a segunda etapa do projeto, que vem sendo realizado com o incentivo do Proac (Programa de Ação Cultural), da Secretaria de Estado da Cultura. A propósito, você conhece o Proac?
Proac – Programa de Ação Cultural
O Proac é um Programa da Secretaria de Estado da Cultura através do qual projetos na área artístico-cultural são incentivados com dinheiro público. Todos os anos são abertos editais destinados a contemplar diversos segmentos da arte, os grupos interessados se inscrevem com seus projetos e são avaliados por uma comissão. Esta é uma das principais oportunidades que muitos realizadores culturais têm de desenvolver seus projetos, já que outras formas de incentivo, como a Lei Rouanet, na maioria das vezes não privilegiam aqueles trabalhadores da Cultura que não se enquadram nos moldes da indústria cultural. Saiba mais sobre o Proac no site da Secretaria de Estado da Cultura.
A Conferência Estadual de Cultura, realizada nos dias 25 e 26/11 no seu primeiro dia, tratou exclusivamente sobre o Proac. Os grupos divididos por segmentos discutiram o Programa tal como ele é praticado atualmente e sugeriram uma série de alterações à Secretaria de Estado da Cultura. Todos os grupos concordaram sobre a importância do aumento da verba para o Programa.
Paira no ar uma sensação de que a cidadania é uma experiência tão difícil, tão complexa, que as vezes parece que tudo é mesmo feito para que o povo continue em suas casas, com suas ruazinhas asfaltadas, com o pão e ovo, satisfeitos vendo a novela das 9. Paira uma sensação de que a burocracia tremenda no Poder Público, as promessas não cumpridas por nossos políticos, a necessidade da Política em lugar da Politiqueira, dizem a nós, que isto tudo é de fato tão hermético, kafkaniano, que é melhor deixar como está e tentar ao máximo beliscar umas fatiazinhas do bolo grande e gostoso quando possível. Pois o Movimento Moratéia Desvairada vem dar a cara (e o nariz) a tapa e dizer: Nós, Sociedade Civil Organizada (por vezes desvairada), queremos sim enfiar o nariz onde parece que não somos chamados. Queremos saber do P.P.A. (Plano Plurianual) e seu cumprimento. Queremos saber o grau de comprometimento daqueles que são pagos para administrar a cidade. E queremos, sobretudo, enfiar o nariz na CULTURA, pois é só dela que poderá nascer uma sacudida neste mar de incertezas.
O projeto Caravana Noroeste realiza, no dia, 12 de Dezembro, às 10h30, palestra gratuita com o tema “A presença da música no teatro” com participação da Banda Mirim.
Esta palestra é sequência de uma série de palestras abertas ao público que integram a parte educativo-pedagógica do projeto Caravana Noroeste, projeto que reúne os grupos de teatro As Meninas do Conto, Cia Rodamoinho e Furunfunfum.
Os três grupos estão realizando mais de 100 apresentações de espetáculos gratuitos, em bairros da periferia na região Noroeste da cidade de São Paulo, e ainda uma curso-oficina de longa duração para formação de profissionais de teatro. O projeto Caravana Noroeste tem o apoio da Lei Municipal de Fomento ao Teatro.
A presença da música no teatro, palestra com participação da Banda Mirim
Quando: sábado, 12 de dezembro, às 10h00
Onde: Galpão das Meninas do Conto, Rua Scipião 132, Lapa
Preço: Grátis
Vagas: 30
Mais informações e inscrição: 3868-4598
caravananoroeste@gmail.com ou no site caravananoroeste.com.br
O professor está doente
Eu o vejo
E a moléstia que reparo no professor
(e que talvez nem o próprio o saiba)
Não é aquela tosse da madrugada fria ou da condução lotada
Nem o termômetro caseiro
Guardado na maleta de primeiros-socorros, dentro do guarda roupas
Que lhes vão denunciar
Não é o voltarem
Do médico, às pressas, da UBS
Nem o analgésico da bolsa da amiga
A quimioterapia
Ou o coquetel de AZT
Que vão aliviar suas dores
Não é o raio X
o exame de urina ou fezes
Não é o hemograma
Ou o ultrassonografia
o papa Nicolau
a mamografia
Nem o teste de bafômetro
Ou o dedo indicador do temido urologista
Que irão apontá-la
Porque aquilo que esses buscam mostra
Talvez nem exista
E quando
E se existe
Não passa de uma somatização daquela doença principal
Que é a vergonha
Que vem do medo de
ao procurar cumprir seus deveres com mestria
Ele, o professor
Ser fulminado
Por um ultrapassado
Falido
E hoje, desumano,
Sistema, dito Educação.
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