Sobre efemeridades e mulher!

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1905-EfemerasPrecisamos falar sobre o feminino, sobre as mulheres, sobre suas peculiaridades. Nos últimos anos, tem surgido cada vez mais movimentos feministas que discutem questões voltadas para mulheres, que sofrem diversas opressões de gênero, raça e classe social. O Oxandolá [IN] Festa desse ano terá vários momentos para discussões políticas pertinentes e é claro que falaremos sobre as mulheres também, né?!
Por isso, no dia 19 de maio, é dia de todas revisitarem o feminino selvagem e assistirem ao espetáculo de teatro-dança “Efêmeras”, fruto do encontro dos desejos artísticos de Michelle Maria e Flávio Racy, da Cia. Teatral A DitaCuja, Thais Foresto, da Cia. Teatral Tertúlia, e Michel Masson, da Cia. Abrindo Portas de Dança e Cia Boccaccione, a peça será encenada na cidade com abordagem da força arquetípica do feminino e as várias energias que envolvem o gênero, em sua mais pura e bela essência.
Concebido para dialogar  com o público sobre o universo feminino, em um momento que pede por uma mudança de olhar sobre o tema, “Efêmeras” se coloca sem travas, sem malícia, sem amarras ou pudores. Único e singelo. Tendo o cotidiano como fio condutor, aborda de forma atemporal e universal situações que, ao mesmo tempo, se contrapõem às relações humanas do mundo moderno e desnudam a alma selvagem feminina.
Depois da apresentação, faremos um bate papo para dialogar sobre os relatos e vivências femininas retratados na peça e também para que o público exponha suas opiniões e/ou sugestões. A classificação do espetáculo é de 12 anos.
Informações: www.efemeras.com.br
Veja o lindo teaser e se prepare para ver o espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=oh_vDBlZr6o

Quando? 19 de maio, às 20h
O que? Espetáculo de teatro-dança “Efêmeras”
Onde? Centro Cultural Newton Gomes de Sá, em Franco da Rocha

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Sobre o autor

27 anos, lésbica, feminista, atriz, fotógrafa, estudante de cinema e assistente de produção cultural. Integra a Associação Cultural CONPOEMA desde sua fundação. Acredita fortemente na coletividade, no ser humano e na força de luta das mulheres. Ama gatos, cachorros e não vive longe de seus avós, tia e sobrinhos.

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